Temer diz no Twitter: Trump elogiou a economia do Brasil

Escrito por Luiz Washington . Publicado em Internacional

temer e trumpEm duas publicações feitas na manhã de hoje (8) em sua conta oficial no Twitter, o presidente Michel Temer escreveu sobre o encontro que teve com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na cúpula do G20, encontro que reúne líderes mundiais em Hamburgo, na Alemanha.

O tuíte do presidente diz que Trump “elogiou o desempenho da economia brasileira”, que, para o presidente norte-americano, “está indo muito bem”, segundo a publicação de Temer.

Em uma segunda publicação no Twitter, Temer disse ter sugerido a Trump a aproximação entre empresários de ambos os países. “Ele gostou da ideia”, escreveu o brasileiro.

Michel Temer participou na manhã deste sábado da terceira sessão de trabalhos no G20, que teve como tema a migração mundial. Após a reunião, ele embarcou no avião presidencial para voltar ao Brasil. 

Fonte Agência Brasil/Foto: Internet

Como um bispo medieval adiantou a teoria do Big Bang no século 13

Escrito por Luiz Washington . Publicado em Internacional

Big bangEstudioso obcecado com arco-íris, cores e luz descreveu o nascimento do cosmos de forma semelhante aos cientistas modernos.

O Llivro bíblico do Gênesis, no capítulo 1, versículo 3, conta: "E Deus disse: faça-se a luz! E a luz foi feita".

Mas esse foi apenas o começo da criação do universo. Isso, de acordo com a Bíblia, é o que Deus fez depois da luz:

"E disse Deus: Haja luzeiros no firmamento do céu para dividir o dia e a noite, e para sinais e para estações, e para dias e anos; e sirvam de luminares no firmamento do céu para alumiar a terra”. E assim foi.

E fez Deus os dois grandes luminares, o luminar maior para governar o dia e a luz menor para governar a noite; fez também as estrelas.

E Deus os pôs no firmamento do céu para alumiar a terra, e para governar o dia e a noite, e para separar a luz das trevas. “E Deus viu que isso era bom."

No século 13, um estudioso inglês da ordem dos franciscanos mergulhou nesse tema.

Robert Grosseteste trabalhou em um dos grandes centros de aprendizagem em Oxford, local que as pessoas já tinham começado a chamar de "faculdade".

Para Grosseteste, tudo tinha a ver com a luz, até o ato divino primordial da própria criação.

Mas como exatamente Deus fez a criação?

A resposta do religioso foi a primeira tentativa de descrever os céus e a Terra usando um conjunto de leis.

Do ponto de vista de Grosseteste, tudo começou com a luz e a matéria explodindo a partir de um centro: uma versão medieval do Big Bang.

Sua história mostrou como a fé em princípios científicos, combinada com a crença em um cosmos ordenado por Deus, resultou em uma ideia surpreendentemente profética.

Inicia com luz...

Mas o que é a luz? Essa pergunta nunca foi simples.

Alguns dos primeiros escritores cristãos pensavam que havia dois tipos diferentes de luz.

A lux, como era chamada em latim, era o que Deus usou para fazer o cosmos, uma espécie de força criativa divina, quase uma manifestação do próprio Deus.

A outro era lúmen, luz comum que emana de corpos celestes e nos permite ver as coisas.

Essa visão fica evidente para qualquer pessoa que tenha estado em uma catedral gótica inundada pela luz que entra através dos vitrais das janelas.

Sacerdotes e teólogos pensavam que, ao contemplar a bela lúmen da igreja, os fiéis seriam atraídos pela lux bendita de Deus.

Religião e ciência

Embora hoje pareça haver um conflito entre ciência e religião, durante grande parte da história a religião foi uma grande motivação para a busca de conhecimento no mundo.

Nas escolas das catedrais dos séculos 11 e 12 - predecessoras das universidades - alguns estudiosos pensavam que era seu dever aprender mais sobre o universo que, para eles, havia sido criado por Deus.

Eles não consultavam apenas a Bíblia: liam os escritos dos antigos gregos como Platão, Aristóteles e Hipócrates, que tinham sido preservados em traduções feitas por escritores islâmicos.

O aprendizado sobre o mundo natural floresceu na era das grandes catedrais góticas, e muitos historiadores falam de um primeiro Renascimento no século 12.

A mais bela das entidades

Robert Grosseteste nasceu em meio a essa época emocionante.

No início do século 13, ele era um professor proeminente, erudito e, como todos os pesquisadores em Oxford, cristão devoto. Em 1235, tornou-se bispo de Lincoln, na Inglaterra.

Para ele, a luz era uma das mais maravilhosas criações de Deus.

"A luz física é a melhor, a mais deleitável, a mais bela de todas as entidades que existem. A luz é o que constitui a perfeição e a beleza de todas as formas físicas", escreveu.

Mas Grosseteste não se conformava com apenas apreciar a luz que entrava pelas grandes janelas da catedral gótica de Lincoln. Ele começou a estudá-la como um cientista.

Analisou, por exemplo, a passagem da luz através de um copo de água.

Ele percebeu que lentes poderiam ampliar objetos, e quando alguém lê o que o bispo escreveu sobre o assunto, começa a se perguntar por que demorou mais de 300 anos para que telescópios e microscópios fossem inventados.

"Esta parte da ótica, quando bem compreendida, mostra-nos como podemos fazer as coisas que estão a uma distância muito grande parecerem como se estivessem muito próximas, e as coisas grandes que estão perto parecerem muito pequenas, e como podemos fazer as pequenas coisas que estão distantes parecerem de qualquer tamanho que queremos, de modo que poderia ser possível ler as letras menores a distâncias incríveis ou contar a areia ou sementes ou qualquer tipo de objetos minúsculos", escreveu Grosseteste.

Além disso, ele notou que a luz muda de trajetória ao passar do ar para a água, um efeito chamado de refração.

Como outros antes dele, Grosseteste viu que a luz poderia dividir-se em um espectro colorido como um arco-íris, e escreveu um tratado sobre o fenômeno, no qual chegou perto de explicar sua origem: pensou que as nuvens agiam como uma lente gigante que refratava a luz e a enchia de cor.

"De luce"

Em 1225, Grosseteste reuniu o que havia concluído sobre a luz em um livro chamado "De Luce" (Sobre a Luz).

Era uma mistura de teologia, ciência, metafísica e especulação cósmica.

Mas tratava, em particular, da questão de como Deus fez todo o cosmos usando a luz.

Em vez de tratar a criação como uma espécie de ato mágico, Grosseteste começou a transformá-la em um processo natural, algo que hoje chamaríamos de "estudo científico".

Como muitos de seus contemporâneos, ele acreditava que Deus trabalhava com princípios simples, baseados em regras que a humanidade poderia compreender pela lógica, geometria e matemática.

"Todas as causas de efeitos naturais devem ser expressas por meio de linhas, ângulos e figuras, porque caso contrário seria impossível ter conhecimento da razão destes efeitos", escreveu.

E como o universo era governado pela matemática, era também ordenado e racional - e seria possível deduzir suas regras.

Na verdade, a descrição de Grosseteste da criação divina é tão precisa que pode ser expressa em um modelo matemático, algo que historiadores e cientistas da Universidade de Durham, no Reino Unido, fizeram com a ajuda de um computador.

A máquina do mundo

Para Grosseteste e seus contemporâneos, o universo consistia na Terra, que ficaria no centro, e todos os corpos celestiais - o Sol, a Lua, os sete planetas conhecidos e as estrelas que giravam ao seu redor em círculos perfeitos.

Mas, para ele, tudo começou com uma espécie de Big Bang, no qual uma explosão de luz - do tipo lux - fez com que uma densa esfera da matéria se expandisse, tornando-se cada vez mais leve e diluída.

"Essa expansão dispersaria a matéria 'dentro de uma esfera do tamanho da máquina do mundo', que é como ele chama o cosmos", diz Tom McLeish, um dos físicos da Universidade de Durham que traduziu a teoria cosmológica de Grosseteste para um modelo matemático.

"Mas logo encontra um problema: (a matéria) não pode se expandir infinitamente, porque nessa época o universo era enorme, mas finito. Como pará-lo? Com uma brilhante ideia científica. Pensando como um físico, recorre a algo simples para explicar não apenas como (o universo) deixa de expandir, mas como as esferas são formadas."

Uma luz brilhante na escuridão

"Se você não pode alcançar o vazio, porque a natureza tem aversão a ele", reflete Grosseteste, "deve haver uma densidade mínima, e quando se chega a ela, a (matéria) tem que cristalizar".

Seguindo essa linha de raciocínio, isso ocorreria em primeiro lugar na parte mais distante: o firmamento. Esse se cristaliza primeiro e se aperfeiçoa, adquirindo luz - lúmen-, que também empurra a massa, neste caso, para dentro, e, portanto, são criadas as esferas nas quais residem os planetas, o Sol, a Lua e a Terra.

"Outro pensamento moderno que ele teve foi que, quando olhamos para o céu, o universo que vemos de alguma forma contém os rastros ou eco dos processos que o formaram", disse McLeish.

"Isso é precisamente o que os cosmólogos pensam hoje em dia. Lembre-se da busca por microondas no eco do Big Bang", acrescentou com entusiasmo.

"A única parte obscura da Idade das Trevas (entre a queda de Roma e o Renascimento) é a nossa ignorância sobre essa época. Grosseteste é um pensador impressionante", disse McLeish.

"A história que me contaram quando era jovem era que antes de 1600 não havia mais do quemisticismo, teologia e dogmatismo. E de repente apareceram Galileu, Kepler, uau! Tudo é luz e iluminação, e voltamos a andar com a ciência ", diz o físico.

"Mas a verdade é que a ciência não funciona assim. Todos nós damos pequenos passos e, como disse Isaac Newton, todos nós subimos nos ombros de gigantes. E Grosseteste é um daqueles gigantes em cujos ombros subiram os primeiros cientistas modernos."

 

BCC

Homem invade Hospital em Nova York e atira contra médicos e pacientes

Escrito por Luiz Washington . Publicado em Internacional

20170630170748382101uUm homem invadiu o Bronx Lebanon Hospital em Nova York e atirou contra médicos e pacientes e deixou cinco pessoas baleadas nesta sexta-feira (30/6). A polícia norte-americana informou que o atirador era um médico que trabalhava no hospital, e, após efetuar disparos contra outros médicos, atirou contra a própria cabeça. 

O atirador, identificado como o Henry Bello, teria entrado na unidade por volta das 14h50 (horário local) - 15h50 no horário de Brasília. De acordo com o jornal norte-americano The New York Times, a polícia descreveu o atirador como "um homem alto, magro, vestindo uma camisa azul e um jaleco branco".

Ainda não há informações a respeito do estado de saúde dos atingidos ou de um possível número de mortos. As vítimas estavam no 16º e 17º andar do hospital.


Aguarde mais informações/Foto: Divulgação

Sobe para 12 os mortos em incêndio em Londres

Escrito por Luiz Washington . Publicado em Internacional

20170614155553900596iO grande incêndio registrado na terça-feira à noite em um edifício de apartamentos da zona oeste de Londres deixou pelo menos 12 mortos e provocou muitas críticas dos moradores ao que consideram uma gestão ineficiente do imóvel..

"Posso confirmar que 12 pessoas morreram, mas infelizmente temo que o saldo aumentará", declarou Stuart Cundy, comandante da Polícia Metropolitana de Londres. Ao menos 74 pessoas foram hospitalizadas, 20 delas em estado crítico, e muitas estão desaparecidas, o que pode elevar o balanço de vítimas.

Esta "será uma complexa operação de busca de vários dias", afirmou em um comunicado Stuart Cundy, comandante da Polícia Metropolitana. Sobreviventes da tragédia relataram que viram pessoas caindo ou pulando da torre residencial de 120 apartamentos e 24 andares.

Outras testemunhas contaram à agência britânica PA que viram pais jogando os filhos pelas janelas na direção de pessoas que estavam nas ruas, em uma tentativa desesperada de salvar as crianças das chamas.

"Escutei gritos de todos os lados e vi pessoas pulando pelas janelas. As chamas devoravam a torre. Um horror", contou à AFP Khadejah Miller, que mora em um edifício próximo e que foi esvaziado pelas autoridades por medida de precaução.

Ao meio-dia desta quarta-feira, a Torre Grenfell, construída em 1974, estava completamente destruída pelas chamas. Muitas horas depois do início do incêndio ainda era possível observar o fogo em alguns pontos do edifício.

A comandante do Departamento de Bombeiros de Londres, Dany Cotton, descartou a possibilidade de desabamento e afirmou que uma equipe de engenheiros inspecionava as bases do imóvel.

correiobraziliense/Foto: Divulgação

 

France Presse

Lions Clubs International celebra 100 anos

Escrito por Luiz Washington . Publicado em Internacional

lci centennial 100 logo 359x201Hoje (7), há exatos 100 anos, reuniam-se pela primeira vez os fundadores daquela que se tornaria a maior organização internacional de clubes de serviço humanitário do mundo, voltada desde o seu primeiro momento, a servir ao próximo: o Lions Clubs International.

Em 1917 o mundo estava passando por profundas e dolorosas transformações. Estávamos em guerra. Nesse contexto, abnegados e altruístas cidadãos da cidade de Chicago/EUA, sob a inspiração de Melvin Jones, resolveram criar uma instituição que reunisse e direcionasse seus recursos intelectuais e materiais em favor de suas comunidades. Assim, no Hotel La Salle, reuniram-se pela primeira vez, em 07 de junho de 1917, aqueles que depois seriam conhecidos mundialmente como “Lions”, denominação esta sugerida pelo Dr. William Woods.

O Lions Clubs International atualmente está presente em todos os continentes do globo terrestre, em 210 países, e conta com um milhão e quatrocentos mil associados distribuídos em 46 mil clubes. Em 2007, a ONU elegeu o LCI como sendo a melhor organização não-governamental do mundo. Em 2016 foi indicado para o Nobel da Paz de 2017. Várias personalidades famosas foram e são Companheiros Leões, por exemplo: Jimmy Carter, Helen Keller, Harry Truman, Juscelino Kubistchek, Winston Churchill, Michele Obama.O Lions presta serviços em diversas áreas: dá especial atenção à saúde da visão e da audição; dedica-se a promover ações focadas na conscientização sobre o diabetes; promove ações e campanhas para a conscientização para o problema do meio ambiente; fomenta a educação e a construção de valores promovam socialmente crianças e jovens; desenvolve ações de alívio à fome; socorro e atendimento a vítimas de catástrofes. Para marcar as celebrações do Centenário, o LCI lançou o desafio de até o final de 2018 alcançar a marca de 100 milhões de pessoas beneficiadas com seus serviços. A meta já foi batida no início deste ano e, agora, o objetivo é alcançar 200 milhões até 2021.

No Brasil, o primeiro clube foi fundado em 1952, no Rio de Janeiro. Em 03 de fevereiro de 1973, é fundado o primeiro Lions Clube em Petrolina. São quarenta e quatro anos de serviços humanitários levados à sociedade petrolinense, nas mais diversas áreas de atuação. Atualmente, a cidade conta com dois clubes de Lions – o Centenário, fundado em 1982 –  e um clube de Leos – para jovens de até 30 anos – fundado em 2016.

Hoje, todos os Companheiros Leões do mundo estão em festa. E para celebrar o Centenário, desde o ano passado, várias atividades vêm sendo desenvolvidas em diversas comunidades da nossa cidade, em especial, no bairro Jardim Petrópolis, onde está o conjunto habitacional “Vila Lions”, cujas ruas, em justa homenagem e reconhecimento, receberam os nomes de valorosos servidores que se dedicaram à comunidade petrolinense.

O dia é de celebração para os Leões. E Companheiros Leões celebram com trabalho, afinal, nosso lema é: NÓS SERVIMOS!

Ascom