Recife receberá Ministro Integração

Escrito por Luiz Washington . Publicado em Nacional

Durante a audiência, o ministro da Integração vai falar sobre a situação de obras de infraestrutura hídrica que estão em atraso
Gilberto Occhi Felipe Mendes e FonteO Ministro da Integração Nacional, Gilberto Occhi, estará no Recife, amanhã, segunda-feira (15), para uma audiência na Assembleia Legislativa de Pernambuco. A reunião ocorrerá às 10 horas e foi articulada pelos deputados Rodrigo Novaes (PSD), Miguel Coelho (PSB) e Claudiano Martins (PSDB). O objetivo do debate é fazer um balanço das ações que estão em desenvolvimento em Pernambuco cuja responsabilidade é da Integração Nacional, além de apresentar as perspectivas em relação às obras hídricas do estado. 
O convite foi feito pelos deputados em recente visita ao ministro, em Brasília. Na oportunidade, o grupo foi apresentar o movimento União pelo Nordeste e debater o prazo de entrega e a liberação de verba para a transposição, a Adutora do Agreste e de outras obras hídricas em Pernambuco. "Quando visitamos o ministro, mostramos nossa preocupação com os atrasos de obras fundamentais para nosso estado, que já passa por uma forte estiagem há quatro anos. Essa audiência será importante para dar garantias dos prazos e até novas ações que nosso estado precisa para conviver com a seca", explica Miguel Coelho.
Durante o encontro, ocorrido na última terça-feira (09), o ministro prometeu trazer um planejamento das principais obras para o Nordeste. "Estamos trabalhando para que o Ministério tenha um olhar atento para Pernambuco e região. Será muito importante a vinda do ministro", finalizou o deputado Rodrigo Novaes.


Morgana Barros

Atores baianos Qualquer Gato Vira-Lata 2

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Atores baianos reforçam elenco de Qualquer Gato Vira-Lata 2

Músicos mexicanosEm cartaz nos cinemas de todo o Brasil desde o dia 4 de junho, a comédia romântica ‘Qualquer Gato Vira-Lata 2’ tem proporcionado momentos de grande descontração. Protagonizado por Cleo Pires, Malvino Salvador e Dudu Azevedo, quase toda a história acontece no México, mas a maior parte da filmagem foi realizada na Bahia, mais precisamente, em Imbassaí, no Litoral Norte. Algumas cenas também foram gravadas no Rio de Janeiro e no México.

Atores baianos

Por esta razão, parte do elenco integra o casting da Bi Produções, produtora soteropolitana com atuação na Bahia e no Nordeste. Alguns atores que vivem em Salvador participaram das cenas gravadas em Imbassaí, entre eles, a belíssima Poliana Mila. À beira da piscina, ela recebe uma massagem de Malvino Salvador com o objetivo de pirraçar a personagem de Cleo Pires, que não deixa por menos. Em sua página no facebook, a morena de olhos verdes brinca com a participação: “É muita baianidade mexicana”, legendou em uma foto.

Quem também participa do longa-metragem é o ator e jornalista Jhonatã Gabriel, que fez o atendente do resort. “Foram apenas duas cenas curtinhas. A primeira, quando a personagem da Cleo resolve ir embora do México e pede um táxi na recepção e, a outra, quando eu interrompo a conversa com a Rita Guedes para avisar que ‘El táxi llegó’ (O táxi chegou). Duas curtíssimas aparições, mas a experiência foi muito boa. Ganhei até bigode mexicano”, avalia o ator que é mato-grossense, mas vive em Salvador desde 2010.

Jhonatã lembrou que as cenas foram gravadas durante a madrugada. Ele também destacou o profissionalismo e alto astral nos bastidores com os atores Álamo Facó, que vive o Magrão, melhor amigo de Marcelo (Dudu Azevedo) e Letícia Novais, que interpreta Paula, melhor amiga de Tati (Cleo Pires). “O Álamo e a Letícia são dois grandes profissionais. O resultado do filme  não teria sido tão divertido sem eles. Foi bastante acertada a decisão de ampliar a participação das personagens deles neste segundo filme”.

Sinopse

Tati e Conrado (Malvino Salvador), que terminam juntos o primeiro filme, viajam a Cancún, onde ele participa de uma conferência para o lançamento de seu livro. Lá, ela aproveita a ocasião para pedi-lo em casamento, com transmissão via internet para todos os amigos no Brasil. Mas, ao responder, Conrado solta apenas um “Posso pensar?”. A moça, então, se decepciona e Marcelo, ex de Tati, volta a ter esperanças. Para complicar, Ângela (Rita Guedes), a ex de Conrado, também é convidada para o mesmo evento no México, onde também está lançando um livro, cuja tese bate de frente com a dele.

Luiza Torres / Jornalista DRT-2555

O PMDB não repetirá a aliança com o PT

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3895792 eduardo cunhaEntrevista. Eduardo Cunha, presidente da Câmara dos Deputados/Cunha afirma que ‘modelo está esgotado’ e partido ‘vai buscar o seu caminho em 2018’

'O PMDB não repetirá a aliança com o PT'

Eduardo Cunha,

PMDB

Brasília - Diante das ameaças de isolamento do vice-presidente e articulador político do governo Michel Temer por integrantes do Planalto, o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), avisa: “Qualquer tentativa de sabotagem do Michel acabará em ruptura”.

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Ao final do congresso, PT recua e evita ataques ao ajuste fiscal do governo

Em entrevista ao Estado, Cunha admite rusgas com Temer, mas promete solidariedade e ameaça antecipar o desembarque do PMDB do governo. “O PMDB dificilmente repetirá a aliança com o PT. Este modelo está esgotado.” Ele cobra “adesão” do PT ao governo Dilma Rousseff e atribui ao partido a impopularidade da presidente. Sobre críticas de aliados e opositores, diz preferir ser “ditador” a “frouxo”. Ao receber a reportagem em seu gabinete na noite de quinta-feira, Cunha comentou a cor verde da gravata que usava. “A esperança é a última que morre. Mas ela morre.”

Entrevista exclusiva com o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, em seu gabinete de trabalho

O senhor classifica o PMDB como governista ou oposicionista?

O PMDB fez parte do processo de reeleição, faz parte do governo. Mas não é para dizer amém a tudo o que acontece. E o PMDB dificilmente repetirá a aliança com o PT em algum momento. Não repetirá. 

Estado - Por quê? 

Porque este modelo PMDB com o PT está esgotado. Temos obrigação de dar sustentabilidade política para o governo dela (Dilma Rousseff). Mas o PMDB vai buscar o seu caminho em 2018. Não vejo o PMDB de novo numa candidatura do PT. 

O senhor prevê um distanciamento agora em 2016?

Em algumas capitais, sem dúvida. 

Estado - Como está a relação da Câmara com o governo depois da entrada de Michel Temer na articulação? 

É muito melhor. O que vejo aqui, pelo cheiro no corredor, é que há ainda problemas com a própria base e com o governo. Vejo nitidamente que há uma tentativa de sabotagem do PT ao Michel dentro da articulação. Não tenho dúvida nenhuma disso. E isso é um tiro no pé, porque a condição, quando levaram o Michel, era que, justamente, você não vai demitir o vice. Qualquer tentativa de sabotagem do Michel acabará em ruptura. 

Essa tentativa é algo pontual dos ministros Aloizio Mercadante (Casa Civil) e Jaques Wagner (Defesa)? 

Não atribuo nomes. Só sinto o cheiro no ar. A fábrica do perfume cabe a vocês pesquisar.  

Mas e esse episódio recente deles se colocando em relação à Secretaria de Relações Institucionais, assumida por Temer em abril? 

Havendo ruptura desse processo com o Michel, haverá ruptura do PMDB com o governo. Isso é inevitável. Na hora em que o Michel for sabotado e confrontado no processo, deixar o comando da articulação política, da qual ele não pediu para ser, não tem razão nenhuma de o PMDB ficar no governo. 

Um eventual enfraquecimento de Temer significa um fortalecimento seu?

elo contrário. Ficarei solidário ao Michel e partirei para defender o rompimento em conjunto. Não sou adversário do Michel, nem confronto o Michel. Sou aliado dele. Posso ter, eventualmente, as minhas rusgas, mas é fruto da amizade. Mas jamais tivemos qualquer gesto de afastamento ou deslealdade.

Estado - No próximo Congresso do PMDB, o Rio vai ter candidato a presidente do partido?

Não é esse o caso. O PMDB pode abraçar uma tese qualquer do Rio, mas não existe disputa. Pelo contrário, se você pode ter uma candidatura como a do Eduardo Paes (prefeito do Rio) para presidente da República, você não vai partir para o enfrentamento partidário. Você quer unir, e não dividir. 

O senhor é a favor da permanência do Michel Temer no comando do PMDB? 

Depende muito de ele querer. Ele querendo pode ser uma maneira de evitar dez candidaturas. O Michel não é um obstáculo a uma mudança. Michel está cumprindo o ciclo dele de vice-presidente da República por dois mandatos. Ele não é candidato a presidente da República. Não faz um trabalho voltado para isso. Se o fosse, poderia ter o apoio de todo mundo do partido, mas não é. 

A presidente Dilma consegue recuperar a popularidade? O ajuste fiscal ajuda ou atrapalha? 

Você sofre o desgaste da contestação do que você prometeu na campanha eleitoral e faz diferente no exercício do governo. Isso gerou uma contestação que levou a uma continuada perda de popularidade, agravada pelo processo das denúncias generalizadas de corrupção e pela situação da economia, que deu uma deteriorada. Tenho impressão de que ela (impopularidade) chegou ao ápice. Depois, a tendência é recuperar. 

Essa recuperação vem agora? 

Para ela melhorar os níveis de popularidade depende de três fatores: conseguir recuperar a economia, ter uma estabilidade política e precisa, efetivamente, mostrar ações. Dependendo do sucesso ou insucesso desse conjunto, ela poderá recuperar mais ou menos. 

A presidente disse ao ‘Estado’ que “o Congresso, até agora, não se caracterizou por dar uma derrota ao governo”. Ela tem razão? 

O governo, efetivamente, não sofreu derrotas contundentes, mas, obviamente, o governo não teve os resultados das votações em sua plenitude, na forma que esperava. Quando o governo entra em pautas que não são propriamente dele, como o caso da (redução) da maioridade penal, faz disso um cavalo de batalha, comete um erro. O governo quis mergulhar em algumas derrotas propositalmente. O governo pode até ter opinião, mas não pode atuar no processo. Veja o absurdo o governo querer constituir uma aliança de PT com PSDB para derrotar o PMDB porque eu anunciei a pauta. E, o que é pior, de uma forma inócua porque vou votar a PEC (Proposta de Emenda à Constituição) do mesmo jeito. Às vezes, é um conflito absolutamente desnecessário. 

Quem ‘mergulha’ o governo em derrotas? O próprio governo ou o PT?

Essa é uma pergunta que você deve fazer ao governo. Às vezes, o governo mergulha na pauta do PT. É um erro. 

O senhor concorda com a tese de que o regime vigente no Brasil é o “parlamentarismo branco”, e não o presidencialismo? 

Acho que o regime que deveria estar vigente no Brasil é o parlamentarismo, com as figuras do chefe de Estado e do chefe do governo. O parlamentarismo, do meu ponto de vista, protege o sistema político como um todo porque, numa crise política qualquer, cai o governo e não cai o Estado. Nossa Constituição foi feita para ser parlamentarismo. 

Há risco de a presidente Dilma acabar isolada, sem apoio do PT? 

Acho que não. O instinto de sobrevivência vai preservar. Por mais que ele pinte e borde, o governo é o governo deles. Se eles a isolarem, vão ficar com que governo? Não vão ser oposição ao governo que elegeram. É uma circunstância difícil.

Pode haver uma tentativa de deslocar a imagem do governo e do PT.

Vejo que a rejeição ao PT é muito maior que a ela (Dilma) na rua. Grande parte da impopularidade dela vem da impopularidade do PT. Não é o PT que está com impopularidade por causa dela. 

E a proposta de reeleição para presidente da Câmara? 

Não parte de mim.

Mas tem o seu apoio?

Não se vê um gesto meu nesse sentido. Não me elegi para um mandato que não fosse para o qual a Constituição não me desse o direito. Então, não tenho que alimentar esse tipo de especulação. 

Mas obtendo assinaturas para a PEC, vai colocar para votar? 

É um constrangimento para mim. Primeiro, conseguir assinaturas tem um longo caminho pela frente. Não tenho nenhum atrativo para mudar uma regra que possa me beneficiar diretamente. Até acho que vão sentir saudades de mim depois que eu sair. (risos) 

Muitos deputados o chamam de ditador e dizem que o senhor tem um estilo de rolo compressor... 

Pior se eu fosse frouxo, não é? (risos). Aí, não se votava nada.

 

Daniel Carvalho e Erich Decat/Foto: Divulgação

Congresso do PT em Salvador

Escrito por Luiz Washington . Publicado em Nacional

Congresso do PT: Militantes apresentam manifesto e cobram Constituinte Exclusiva

PT pede engajamento popular e consenso na eleição interna do partido FOTO Peter ShiltonA situação política no país segue no centro dos debates no Congresso Nacional do PT, que segue até este sábado (13), em Salvador. O clima de ruptura com o governo federal é acentuado com os pontos aprovados pelo novo reajuste fiscal pelo ministro da Fazenda, Joaquim Levy. Na capital baiana, os militantes petistas, principalmente representantes das tendências internas Esquerda Popular Socialista (EPS) e Novo Rumo, seguem com a opinião de que o Processo de Eleição Direta (PED) deve ser um consenso e não mais uma disputa de grupos diferentes da classe trabalhadora. Em documento, apresentado nesta sexta-feira (12), no congresso, políticos ligados às correntes petistas pedem uma Assembleia Constituinte Exclusiva para debater a reforma política.

Com esse movimento nacional da EPS e do Novo Rumo, o deputado federal petista Valmir Assunção (EPS-BA) fortalece relação com setores que são ligados ao presidente da sigla, Rui Falcão, e com a força do PT nacional e do estado de São Paulo. É o que garante o membro da executiva nacional do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), Márcio Matos. “No plano nacional, isso vai auxiliar na ação de fortalecimento da relação do PT com o MST e em defesa da reforma agrária no país e de um novo sistema político, colocando a população no centro do debate”. Na luta pelas reformas, de acordo com documento das correntes, o partido deve começar a articular uma frente formada por partidos, movimentos sociais, centrais sindicais, organizações da sociedade civil que, “sem prejuízo de outras alianças partidárias que formam a coalização governista, possam representar uma alternativa nova de poder em nosso país, a exemplo da Frente Ampla no Uruguai ou do Podemos, na Espanha”.

Democratização dos meios

Ainda conforme documento exposto pela EPS e Novo Rumo, não se pode pensar em construção de uma democracia no país sem a democratização dos meios de comunicação. “Os avanços tecnológicos não resolveram, em alguns casos até agravaram, o problema da concentração da propriedade dos meios de comunicação no Brasil”, descreve o secretário estadual de Finanças do PT, Murilo Brito. Conforme sua avaliação, algumas famílias controlam grande parte de tudo o que é visto, lido e ouvido no Brasil. “Esse arcabouço de poder deixa os principais veículos de comunicação para atuarem como verdadeiros partidos políticos, defendendo posições políticas e ideológicas, manipulando dados em prol de seus próprios interesses”. O Partido dos Trabalhadores cobra ainda do governo federal que cumpra a promessa de debater o tema, por meio de conferências abertas.

Política interna

O documento das tendências internas do PT trata ainda da organização e do funcionamento do partido. De acordo com o texto, “os diretórios e núcleos, da mesma forma que os seus encontros, não mais correspondem à necessidade de um partido democrático, socialista e de massas com a importância do PT”. Os políticos acreditam que esses espaços estão afastando aqueles que se aproximam do partido. “Da mesma forma, o próprio Processo de Eleição Direta revela um esgotamento que exige mudanças, a começar pelo processo sem a contribuição financeira obrigatória do filiado comum, que acaba permitindo a ação do poder econômico interno de correntes, grupos e mandatos que pagam a contribuição no lugar dos filiados e militantes.

“Os encontros de delegados, igualmente, precisam ser dinamizados, para que promovam um efetivo debate político dos rumos do país, em vez do esvaziamento e da burocratização presente em nossos últimos encontros”, aponta trecho do manifesto assinado pelas correntes EPS e Novo Rumo. Entretanto, a paridade de sexo, as cotas geracionais e étnicas se apresentam como pontos importantes da forma de organização do PT, assim como acompanhar a formação e qualificação dos dirigentes eleitos neste formato.

Ascom /Vitor Fernandes (DRT-2430)/FOTO Peter Shilton

Metrô avança com autorização de obras

Escrito por Luiz Washington . Publicado em Nacional

Metrô avança com autorização de obras na Avenida Paralela

destaque 1434054260110615CG244O Sistema Metroviário Salvador-Lauro de Freitas chega a uma nova e importante etapa com as obras da Linha 2 na Avenida Paralela. O governador Rui Costa autorizou o início das intervenções, nesta quinta-feira (11), quando o sistema de transporte completa um ano de operação. O ato foi realizado no auditório da Procuradoria Geral do Estado (PGE), no Centro Administrativo da Bahia (CAB), com a presença do prefeito de Salvador, ACM Neto, que entregou o alvará municipal. As obras terão início imediato.
 
"Até 2017, a capital baiana terá 41 quilômetros de metrô e, com as intervenções urbanas, como as da região do Hospital Sarah e da Paralela, das avenidas 29 de março e Gal Costa, o VLT do Subúrbio e o BRT, não tenho dúvida de que teremos a maior e melhor mobilidade urbana entre todas as capitais brasileiras", disse Rui Costa. A solenidade também teve a participação dos secretários estaduais da Casa Civil, Bruno Dauster, e de Desenvolvimento Urbano, Carlos Martins, além do prefeito de Lauro de Freitas, Márcio Paiva.
 
Pelo canteiro central da Avenida Paralela vai passar o maior trecho da Linha 2 do sistema metroviário, ligando o Acesso Norte, em Salvador, ao município de Lauro de Freitas. A previsão é que cerca de três mil novos empregos sejam gerados com a ampliação das intervenções. As obras na avenida também incluem a construção de dez novas passarelas, além de reforma e adequação de outras passarelas já existentes. 
 
Com 20,7 quilômetros de extensão, a Linha 2 do metrô terá 12 estações - Detran, Rodoviária, Pernambués, Imbuí, CAB, Pituaçu, Flamboyant, Tamburugy, Bairro da Paz, Mussurunga e Aeroporto. Estão previstas ainda a construção de quatro terminais de integração (Acesso Norte, Rodoviária, Pituaçu e Aeroporto) e a reforma de outros dois (Rodoviária Norte e Mussurunga). A Estação Acesso Norte, que servirá de ligação entre as duas linhas do sistema, está passando por reforma para realocação do terminal de integração de ônibus, que terá 19 baias de ônibus numa área de 15 mil metros quadrados.

Intervenções
Nesta segunda etapa de obras da Linha 2, a concessionária CCR Metrô Bahia vai instalar novos canteiros de obras a partir da região de Pernambués e no canteiro central da Paralela. Em seguida, serão iniciados os trabalhos de topografia, limpeza de terrenos e terraplanagem.
 
Todas as estações terão arquitetura moderna, com amplos espaços, iluminação natural e paisagismo integrado à avenida, que ganhará um parque linear com ciclovia, pista de cooper e a revitalização de jardins e mais de cinco mil árvores. O projeto inclui três novos retornos, além de intervenções no entorno da Estação Pernambués.
 
Mais de seis milhões de embarques foram registrados no primeiro ano de funcionamento do metrô. A Linha 1 do sistema opera atualmente com 9,7 quilômetros de extensão entre os terminais da Lapa, Campo da Pólvora, Brotas, Acesso Norte, Retiro e Bom Juá. Quatro mil operários já trabalham nas obras de ampliação da Linha 1 até Pirajá - próxima estação a ser inaugurada - e na construção da Linha 2.

Secom/Foto divulgação